Vivências Energéticas em Porto Alegre

Sobre o Projeto Vivências Energéticas

Vivências Energéticas é um projeto idealizado por Mirela Fioresy. Seu objetivo é compartilhar e ensinar sobre o mundo energético e espiritual, através de suas vivências reais como médium sensitiva, ao longo de suas viagens e passagens por diversos ambientes e cidades ao redor do Planeta. Em 03 de Janeiro de 2022 iniciou o primeiro projeto, chamada “Vivências Energéticas: Caminhos do Sul“. Acompanhe a Viagem e Veja o Roteiro Completo Aqui.

Vivências Energéticas em Porto Alegre:

  • A Mãe que Perdeu o Filho
  • A Vivência que Escolhi Não Ter
  • Espíritos Suicidas

A Mãe Que Perdeu o Filho

Uma das propostas dessa viagem, além das experiências de lazer, é a de narrar as vivências energéticas e espirituais do trajeto. Trago hoje uma dessas experiências: um auxílio espiritual para um espírito de uma mãe, que estava aguardando o retorno do seu filho.

Essa vivência ocorreu logo no primeiro dia da viagem, assim que cheguei ao apartamento em Porto Alegre. Assim que cheguei no local, vi um espírito no canto do apartamento. Era um espírito de uma mulher, de 20 e tantos anos, que estava sentada encolhida no canto do apartamento, imersa em tristezas.

Ela não me via, estava numa espécie de torpor e os mentores me falaram que ela estava lá já há muitas e muitas décadas.

Acessei o que ocorreu… era uma mãe, que “perdera” seu filho. Não por morte, mas por ele terem se perdido fisicamente mesmo, em algum momento, e ela não teve mais notícias dele.

Essa mulher faleceu alguns anos após a perda do filho, mas não aceitou a ajuda para a passagem ao mundo espiritual, pois acreditava que era sua obrigação aguardá-lo.

Recebi então a informação dos mentores de que o filho dessa mulher também já tinha feito a passagem muito tempo atrás e estava bem. Quem precisava de auxílio era ela mesmo. Foi permitido então trazer o espírito do seu filho até ela, para o resgate.

Esse espírito, apesar de já ser um espírito consciente e “adulto”, escolheu se apresentar como uma criança, da idade em que se perdera, para que ela o reconhecesse.

A mãe imediatamente o reconheceu, e assim se abriu ao socorro, e foi possível finalmente o encaminhamento e auxílio dessa mãe. Foi um encontro cheio de emoções. E ela pôde enfim, ter paz. ✨🙏✨

Infelizmente é comum que mães que perdem filhos em vida sigam na vigília, mesmo após a sua passagem desse mundo. O fazem por amor, mas sem entender que isso apenas as mantém em sofrimento, sem auxiliar o espírito do filho.

E isso atrasa por muitas vezes o seu socorro espiritual. Mas o socorro sempre vem, na hora certa. E nesse dia, chegou a hora dessa mãe. ✨🙏✨ Mirela Fioresy

A Vivência que Escolhi não Ter

A 190 metros de onde estava hospedada, em Porto Alegre, existe um Museu Militar, aberto para visitação. Apesar de estar numa proposta de conhecer lugares e ter vivências energéticas diferentes, me perguntei se valeria a pena ir, em um museu cheio de tanques e armamentos de guerra. Optei por não ir. E vou compartilhar com vocês porque.

Primeiro, e mais importante, a carga energética dos objetos. Todo objeto tem uma carga energética, um passado (memória energética) e um significado (as egrégoras). Se aquele objeto foi usado numa guerra, está conectado com os eventos do qual foi parte, é o que chamamos de memória energética.

Mesmo se não tiver sido usado, ele tem uma conexão com as egrégoras de guerras, podendo se tornar um portal que nos conecta com outros eventos (do inconsciente coletivo ou nossas próprias experiências de vidas passadas). 

Além da questão energética, levei em conta outros fatores: É um lugar que me acrescenta algo? Que me traria algo de bom? A resposta foi não.

A visita foi cancelada, mas, como estamos falando de vivências, quero compartilhar com vocês outras experiências que tive, relacionados à ambientes similares, em épocas que eu não tinha ainda tanto domínio da minha mediunidade.

Um exemplo é quando estive na Rússia. Estava com um pacote de passeios turísticos e um deles era justamente um Museu da Guerra. Pois bem… nem consegui chegar ao museu. Logo no caminho, comecei a passar muito mal, a tal ponto que tive que retornar ao hotel.

Outro caso foi quando estava em Cartagena (Colômbia) numa exposição de fotos. A exposição estava ótima mas, para sair, tínhamos que passar por uma outra sala antes da saída. Assim que entrei na sala, comecei a passar mal. Olhei em volta… era uma exposição de objetos de tortura da época da inquisição… 

A verdade é que, se você for médium ou sensitivo, deve pensar duas vezes antes de frequentar lugares com memórias densas.

Hoje, já aprendi a controlar minha sensibilidade energética, o que torna esses eventos bem raros. Mas isso não significa que eu não perceba as energias dos lugares em que frequento, e não precise me harmonizar após as visitas.

São escolhas pessoais. Que tipo de experiências e vivências você deseja para si? ✨Mirela Fioresy

Espíritos Suicidas

Um dia, quando estava hospedada no Centro Histórico de Porto Alegre, comecei a sentir uma energia estranha nos meus dois pulsos. Não era algo físico, mas sim uma sensação de vazio. Eu havia me conectado com espíritos suicidas que estavam na região.

Logo vi que era um bolsão, um grupo de espíritos que precisavam de ajuda, e os quais meus mentores pediram para socorrer. Muitos ainda se encontravam na mesma vibração de quando cometeram o ato suicída, presos na sua agonia e tristeza.

Aqui acho importante dizer que nem todo espírito suicida fica preso, muitos são socorridos logo após seu desencarne, mas isso depende de diversos fatores, desde seu apoio espiritual até sua abertura para a ajuda.

No caso desses espíritos que socorri, eram de pessoas já desamparadas em vida, que, não acreditavam em receber ajuda em vida, e assim não acreditavam na ajuda depois dela.

Foi feito um grande círculo de acolhimento desses irmãos pelos mentores. Muitos familiares vieram, alguns de outras gerações, para apoiar esses espíritos que tanto precisavam de apoio. Ao final, a energia que reinava era de amor, muito amor.

A melhor forma de auxiliar um espírito suicida é pedir por ele. E aí entra a segunda parte, que é a abertura dele para a ajuda.

Da mesma forma como são pessoas que não aceitaram ajuda em vida, por vezes demoram um pouco a aceitar depois que partem. Mas sempre chega a hora do auxílio, ninguém fica para sempre desamparado.

E aqui cabe uma importante reflexão! Que vale para todos! O quanto vocês se permitem aceitar ajuda externa! A ajuda sempre existe. Mas por vezes nos fechamos ao mundo, acreditando que o mundo nos abandonou. Isso não é verdade. Da mesma forma que existe a dor, existe amor. Basta procurar nos lugares e nas pessoas certas. ✨🙏✨ Mirela Fioresy

Acompanhe o Projeto “Vivências Energéticas: Caminhos do Sul”:

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